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1 de ago. de 2018

Acne


Uma das principais queixas dos jovens e adolescentes são os cravos e espinhas. Apesar de ser um problema comum, deve ser tratado o mais precocemente possível, pois pode deixar marcas na pele pelo resto da vida.

O tratamento da acne geralmente é longo e individualizado e a escolha do melhor tratamento depende de vários fatores como - sexo, presença/ausência de alterações hormonais (ovários microcisticos? alterações menstruais?), grau de oleosidade, de inflamação, tendencia a queloides, manchas e/ou cicatrizes, fatores psiquico-sociais, adesão ao tratamento, etc.

Costumamos classificar a acne do rosto em graus :
Grau I - Quadro inicial, com pele mais oleosa na zona T (testa, nariz, mento), com tendencia a formar alguns cravos e surgir umas poucas espinhas de vez em quando.
Grau II - Pele mais oleosa, poros abertos, maior numero de cravos e espinhas, porém sem muita inflamação. Cabelos muitas vezes também acompanham a pele e apresentam muita oleosidade e caspa (dermatite seborreica).
Grau III - Pele muito oleosa (necessita ser lavada várias vezes ao dia), avermelhada, irritada, grossa, com maior número de cravos e espinhas inflamadas e doloridas, que demoram cicatrizar. Os poros ficam mais dilatados e com pontos escuros, que nada mais é que o sebo em contato com o ar (oxida e escurece). As lesões geralmente não se limitam ao rosto, surgem também nas costas, pescoço, colo, nádegas, corpo. Cada ciclo de espinhas pode deixar marcas, manchas, cicatrizes deprimidas ou elevadas. Esse grau de acne incomoda bastante e as vezes até limita a vida social do jovem ou adolescente.
Grau IV - Acne mais grave, com lesões muito inflamadas, císticas, com pus, doloridas.


O ideal é procurar ajuda de um dermatologista assim que começarem os primeiros sinais de acne e nada de expremer as espinhas!